Bem-vindos ao espaço de exposições de Hélen Jordana. Aqui, tecido, linha e memória se entrelaçam para dar forma à arte têxtil contemporânea. Através de técnicas que unem tradição e inovação — como o Quilting, o Patchwork e a Aquarela —, cada mostra é um convite para explorar narrativas profundas sobre identidade, natureza, cultura e território. Mais do que uma reunião de obras, estas exposições refletem um firme compromisso com a promoção cultural, tecendo diálogos essenciais sobre diversidade, equidade, sustentabilidade e ancestralidade.
 

Para mais informações, entre em contato pelo instagram: www.instagram.com/helen_jordana_/ 

WhatzApp: (21) 990525358 / Produtor: Flávio (Koala Lopes)

Caminhos de Fé: Cartografias do Mar e do Sagrado no Altar de Santo Antônio

"Caminhos de Fé - Cartografias do Mar e do Sagrado" Altar Trezena de Santo Antônio 2025 e 2026 no Museu Náutico da Bahia - Farol da Barra - Sala de Exposições Temporárias do Forte Santo Antônio da Barra

Fotografia da artista têxtil Hélen Jordana em pé na Sala de Exposições Temporárias do Forte Santo Antônio da Barra, posando sorridente à frente do Altar da Trezena de Santo Antônio. Hélen, uma mulher de cabelos longos e escuros, veste um conjunto todo branco de blusa sem mangas e calça pantalona, complementado por um colar comprido de contas. Ao fundo, na parede branca iluminada, estão expostas as suas duas obras de arte têxtil: à esquerda, o grande mapa do Brasil recortado em linho e acolchoado com quilting, iluminado por trás com uma luz azul suave; à direita, na parte superior, a obra "Minha Direção", uma tela quadrada com uma Rosa dos Ventos pintada em tons de azul e dourado. Entre as duas obras, sobre um pedestal decorado com lírios brancos, ergue-se a imagem escultural de Santo Antônio. Linhas finas conectam as obras e a imagem do santo na parede, criando uma ambientação poética. Na base da cena, avistam-se bancos de madeira fina e o piso rústico de pedra do forte.

Nos muros centenários do Forte Santo Antônio da Barra — espaço icônico que abriga o Museu Náutico da Bahia e o célebre Farol da Barra —, a fé e a arte contemporânea se entrelaçam em uma instalação de profunda força poética. O tradicional Altar da Trezena de Santo Antônio ganha uma dimensão artística expandida através do trabalho da artista têxtil Hélen Jordana, que transforma tecido, linha e memória em cartografias do sagrado.
A Trezena de Santo Antônio no Forte resgata, desde os anos 2000, uma antiga tradição dos faroleiros que habitaram o local até o início da década de 1980. O espaço, um dos sítios históricos mais antigos do país, consolida-se como um ponto de ebulição cultural e religiosa, unindo ao longo de 13 dias uma rica programação litúrgica repleta de cânticos, louvores e orações.
É neste cenário de forte carga simbólica que a produção de Hélen Jordana assume um papel central, conduzindo o visitante por uma jornada visual e meditativa.
A Evolução de uma Poética: De 2025 a 2026
A presença da artista na ambientação do Altar começou a se desenhar em 2025, com a aclamação da obra "Caminhos de Fé". Com impressionantes 2,5 metros de dimensão, a peça reinterpreta o mapa do Brasil por meio do quilting contemporâneo e da aquarela sobre linho. Longe de ser apenas uma representação geográfica, o mapa se converte em uma cartografia espiritual: caminhos orgânicos em relevo cruzam o território nacional, conectando nove medalhões circulares que ilustram os milagres de Santo Antônio. Iluminada por uma aura azul que evoca a nossa Amazônia Azul, silêncio e transcendência, a obra transforma o gesto ancestral da costura em um manifesto sobre a devoção e as promessas que unem as diferentes regiões do país.

Fotografia em plano detalhe da obra de arte têxtil "Caminhos de Fé", de Hélen Jordana, destacando as pinturas em aquarela e os relevos do quilting. A peça em formato do mapa do Brasil é exibida sobre fundo branco com forte iluminação em tons de azul e roxo que emana de trás de suas bordas. Nesta imagem, revelam-se com clareza as tonalidades azuis e terrosas aplicadas com aquarela sobre a base de linho. Os nove medalhões circulares trazem ilustrações detalhadas com contornos escuros e preenchimentos suaves, representando os milagres de Santo Antônio em cenas com figuras humanas e elementos sacros. Linhas de costura sinuosas e acolchoadas em alto-relevo conectam cada círculo ao longo do território, enquanto texturas geométricas em matizes de azul e dourado adornam as faixas internas e as extremidades do litoral. Ao redor, linhas expográficas finas desenham arcos discretos sobre a parede.

Em 2026, a instalação atinge sua maturidade conceitual e ganha um novo contraponto visual com a chegada da obra inédita "Minha Direção". Concebida especialmente para dialogar com a arquitetura náutica do Forte e expandir os horizontes da mostra anterior, a peça traz uma imponente Rosa dos Ventos desenvolvida nas mesmas técnicas de quilting e aquarela.
Obra de arte têxtil contemporânea intitulada "Minha Direção", de autoria de Hélen Jordana. A peça, de formato quadrado, é fixada em uma parede branca e apresenta uma imponente Rosa dos Ventos centralizada, desenvolvida com as técnicas de quilting e aquarela. O fundo e os círculos concêntricos são trabalhados em uma rica paleta de azuis, alternando tons profundos e claros com pinceladas fluidas e circulares que remetem ao movimento do mar e do vento. As linhas estruturais da Rosa dos Ventos, que formam a estrela de pontas e marcam as direções, são bordadas em relevo com linhas douradas reluzentes que irradiam a partir do centro exato da composição. Pequenos pontos dourados ornamentam os eixos. No canto inferior direito, nota-se a assinatura sutil da artista. Na base da imagem, aparecem fios pretos finos que fazem parte da expografia da instalação.
"Minha Direção":Orientação Física e Espiritual
Se o mapa de 2025 estabelecia os caminhos terrestres da devoção popular, a obra "Minha Direção" (2026) introduz o mistério das travessias marítimas e internas. A Rosa dos Ventos têxtil emerge em círculos concêntricos de azuis profundos e linhas douradas que irradiam do centro, ecoando a própria dinâmica de luz do Farol da Barra.
Para além de apontar os pontos cardeais — Norte, Sul, Leste e Oeste —, a obra fundamenta-se no conceito milenar de disha (palavra de origem sânscrita), que trás o sentido de orientação e rumo. Na sensibilidade de Hélen Jordana, as coordenadas físicas da tradição naval fundem-se às coordenadas da alma. A peça funciona como um guia para os mares internos, sugerindo que a fé é a bússola que orienta o indivíduo em meio às intempéries da vida e nos conduz de volta ao centro.
Reunidas no Altar de 2026 sob o tema "Caminhos de Fé: Cartografias do Mar e do Sagrado", as duas obras completam um ciclo artístico primoroso. Juntas, o mapa e a rosa dos ventos propõem um Brasil afetivo e conectado, onde a manualidade da arte têxtil contemporânea se torna o suporte ideal para abrigar o imaterial, salvaguardando a memória coletiva e o patrimônio cultural baiano.

"Encontro Sagrado" Estreia em 02 de Junho de 2026, no Museu Náutico da Bahia - Farol da Barra - Sala de Exposições Temporárias do Forte Santo Antônio da Barra

ard de divulgação da exposição "Encontro Sagrado", por Irlânia Mercês e Hélen Jordana. No topo, o título em letras douradas sobre um fundo de céu ao pôr do sol, com tons de laranja e amarelo. No centro, estão lado a lado as duas artistas sorrindo: à esquerda, Irlânia Mercês usa óculos e blusa preta com colar comprido; à direita, Hélen Jordana veste blusa branca. Ao fundo, vê-se a silhueta do Farol da Barra em Salvador sobre o mar. Na base do card, sobre fundo branco, constam as informações: Visitação de 02 de Junho a 12 de Julho, Horário das 9h às 18h, e o logotipo do Museu Náutico da Bahia - Farol da Barra.

A exposição “Encontro Sagrado” nasce desse espaço de contemplação — um diálogo entre arte, espiritualidade e memória, conduzido pelas artistas Irlânia Mercês e Hélen Jordana, em um dos cenários mais simbólicos de Salvador: o Farol da Barra.

Entre imagens sacras, aquarelas, símbolos e narrativas visuais, cada obra convida o olhar a desacelerar e reencontrar o sagrado nas delicadezas, nos silêncios e nas emoções que habitam a experiência humana.

✨ Uma vivência artística para sentir, refletir e contemplar.

📍 Museu Náutico da Bahia – Farol da Barra
🗓️ Visitação: 02 de Junho a 12 de Julho
⏰ Horário: 9h às 18h

Durante o período da exposição, acontece também a tradicional Trezena de Santo Antônio do Forte da Barra no Farol da Barra, de 01 a 13 de Junho, às 19h.

Realização: @museunauticodabahia


Fotografia de divulgação das artistas Irlânia Mercês e Hélen Jordana posando lado a lado na Sala de Exposições Temporárias do Forte Santo Antônio da Barra. À esquerda, a artista têxtil Hélen Jordana sorri vestindo um longo vestido azul-escuro, um colete longo bege claro e um colar comprido com pingente circular metálico. À direita, a artista de arte sacra Irlânia Mercês, usando óculos, sorri vestindo uma blusa azul de botões com pequenos detalhes rosados e calça escura. Ao fundo, centralizada na parede branca da galeria, destaca-se a imponente obra têxtil "Caminhos de Fé" de Hélen Jordana, um grande mapa do Brasil trabalhado em quilting e aquarela, iluminado por trás com uma luz azul e amarela suave que destaca seus contornos e os medalhões com os milagres de Santo Antônio. Finos fios pretos expográficos decoram a parede ao redor.
Artistas:
@irlaniamerces_artesacra
@helen_jordana_

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"Cartas Bordadas ao Mar - Fortalezas e Faróis do Brasil" Estreia em 17 de Outubro de 2025, no Museu Náutico da Bahia - Farol da Barra - Sala de Exposições Temporárias

🌀CARTAS BORDADAS AO MAR - Fortalezas e Faróis do Brasil 💙

Com fios, tecidos e muita história, a exposição propõe um delicado resgate da memória náutica brasileira. Um convite para navegar entre tempos e territórios por meio da arte têxtil.

📍 Museu Náutico da Bahia – Farol da Barra

🗓 Abertura: 17 de outubro de 2025

⏰ Visitação: Segunda a Domingo, das 09h às 18h

A artista Hélen Jordana, apaixonada pelo mar e especialista em quilting, apresenta obras que costuram paisagens de defesa, orientação e pertencimento — símbolos que moldaram a história do nosso litoral.

⚓ Venha se encantar com essa travessia sensível entre passado e presente, onde cada ponto quiltado é também uma memória preservada.

📸 Deslize o carrossel para conhecer a exposição, a artista e os detalhes desta experiência única!

☀ Te espero no Farol da Barra a partir de 17 de outubro de 2025. 😉

"Cartas Bordadas ao Mar - Fortalezas e Faróis do Brasil" Estreia em 17 de Outubro de 2025, no Museu Náutico da Bahia - Farol da Barra - Sala de Exposições Temporárias

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"Trezena de Santo Antônio" Junho de 2025

A tradicional Trezena de Santo Antônio de 2025 ganha vida no Museu Náutico da Bahia, situado no emblemático Forte de Santo Antônio da Barra, onde se ergue o histórico Farol da Barra, em Salvador. Este espaço, de profunda importância histórica para a navegação e para a fé popular, se transforma durante o período da trezena em um lugar de devoção, memória e arte.

Neste ano, o altar da trezena é especialmente enriquecido por uma obra criada em arte têxtil, confeccionada com tecido e linhas na técnica do quilting livre. A peça, desenvolvida pela artista Hélen Jordana, foi pensada exclusivamente para o evento, e compõe o ambiente com sensibilidade, fé e tradição costuradas ponto a ponto.

A trezena celebra não apenas a religiosidade popular em torno de Santo Antônio — santo casamenteiro, protetor dos pobres e dos navegantes —, mas também valoriza a expressão cultural da cidade. Com missas, reflexões e manifestações artísticas, o evento se torna uma ponte entre o sagrado e o simbólico, entre a tradição e o contemporâneo.

Realizada em um dos cartões-postais mais icônicos de Salvador, a Trezena de Santo Antônio no Farol da Barra reafirma a força da cultura popular baiana e a presença viva da fé que atravessa gerações.

Trezena de Santo Antônio leva fiéis ao Forte da Barra até o dia 13 de junho

 

https://www.correio24horas.com.br/salvador/trezena-de-santo-antonio-leva-fieis-ao-forte-da-barra-ate-o-dia-13-de-junho-0625?utm_medium=share-site&utm_source=whatsapp

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"Na Trilha dos Carbonatos" (2025)

A exposição Na Trilha dos Carbonatos, idealizada pelos professores da UFBA Elizabeth Neves e Rodrigo Johnsson, junto de seus alunos, propõe um mergulho sensível nas memórias geológicas e nas conexões entre ciência e arte. Inspirada nas paisagens e nos processos formadores das rochas carbonáticas, a mostra reúne obras que traduzem visualmente a complexidade mineral e o tempo profundo da Terra.

A artista Hélen Jordana foi convidada a integrar a exposição com suas produções em arte têxtil, que combinam técnicas como quilting livre, patchwork e aquarela sobre tecido. Suas obras dialogam com o tema ao explorar camadas, texturas e narrativas subterrâneas por meio da costura, traçando uma analogia poética entre os movimentos geológicos e os caminhos da criação manual.

Sua participação amplia a experiência da mostra, oferecendo uma leitura sensível das formações rochosas a partir do olhar da arte têxtil contemporânea — onde cada ponto se torna trilha, tempo e vestígio.

 

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"Eu Sou do Mar" (2024) 

A exposição "EU SOU DO MAR", foi realizada na Casa de Cultura de Itaguaí, apresenta uma imersão poética na vida marinha da restinga da Marambaia, em Itaguaí (RJ), através da arte têxtil. As obras combinam técnicas como Quilting Livre, Patchwork e Aquarela sobre tecido, criando composições que evocam o movimento das correntes, a presença de tartarugas, águas-vivas e outros elementos do ecossistema marinho. Cada peça convida o público a sentir e imaginar os fluxos do mar, costurados com linhas sinuosas e tecidos reaproveitados, reforçando o compromisso com a sustentabilidade.

A exposição também conta com recursos sensoriais, permitindo que visitantes toquem materiais semelhantes aos utilizados nas obras, criando uma experiência inclusiva e educativa. Ao destacar a beleza e importância desse patrimônio natural que pertence a Itaguaí, o projeto promove a valorização ambiental, cultural e turística da região, conectando arte e território em um diálogo que pulsa com ancestralidade, natureza e identidade local.

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"Fios de Maíra: Uma Jornada Têxtil pela Mitologia Tupinambá" (2024)

Exibida no Salão Principal de Exposições da Casa de Cultura Marise Moreira de Brito, essa exposição mergulhou nas narrativas mitológicas da cultura Tupinambá, uma das principais etnias indígenas do Brasil. As obras apresentaram uma combinação de técnicas têxteis, como quilting e aquarela, para contar as histórias dos deuses e espíritos da floresta, reforçando a conexão entre arte, cultura ancestral e a preservação de tradições.

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"Itaguaí - Onde as Culturas Se Encontram II" (2023)

Esta segunda edição, realizada no Antigo Espaço Café da Casa de Cultura Marise Moreira de Brito, expandiu o tema da diversidade cultural de Itaguaí, com foco na interação entre diferentes culturas e a tradição artesanal da região. As obras também refletiram sobre o papel da sustentabilidade, utilizando tecidos reaproveitados e promovendo o conceito de upcycling.

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"Itaguaí - Onde as Culturas Se Encontram" (2023)

Realizada no Salão Principal e no secundário da Casa de Cultura Marise Moreira de Brito, esta exposição destacou a rica diversidade cultural de Itaguaí por meio de criações têxteis e de outros artistas convidados. A mostra explorou temas de identidade e herança local, utilizando técnicas como patchwork e quilting, conectando a história da cidade com expressões artísticas contemporâneas.

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Estas mostras consolidam a trajetória de Hélen Jordana na vanguarda da arte têxtil contemporânea, chancelando seu firme compromisso com a salvaguarda da memória, a sustentabilidade e a valorização das nossas ancestralidades.
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